BITCHO

performance/spoken words

(2012...)

BITCHO - Se se pudesse
BITCHO - Se se pudesse

Encontros para além da história, CIAJG (Guimarães, 2017)

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A minha boca ainda guarda a minha língua
A minha boca ainda guarda a minha língua

Bienal da Maia, Auditório Vinepor (Maia, 2015)

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BITCHO - Esta coisa #1
BITCHO - Esta coisa #1

evento Pé Direito (Porto 2012)

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BITCHO - Se se pudesse
BITCHO - Se se pudesse

Encontros para além da história, CIAJG (Guimarães, 2017)

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BITCHO é uma figura ambígua, meio ancestral com um hibrído folk.
Mantendo uma relação orgânica com o que a rodeia, transforma-se a cada apresentação, para em conformidade com o público construir rituais libertários com humor e ironia. Questiona-se sobre o mundo, o momento, a poesia, o sistema, a sexualidade.
Desenvolvido a partir de uma estrutura sonora, visual e textual, apresenta-se como um número entre o cabaret e a patafísica.

BITCHO surgiu em 2012, pela mão de Susana Chiocca em colaboração com o músico e produtor Sílvio Almeida. Em 2014 a videoasta Maria João Silva e o poeta Luca Argel integraram o projecto.

Ao nível do som colaborou ainda com Filipe Silva, Albrecht Loops e actualmente com o músico e produtor Luís Figueiredo.

An ambiguous figure, half ancestral with a hybrid folk comes to us to in complicity with the audience, build a libertarian ritual 

with humor and irony. Sexually, it will ask us about gender identity.

Developed from a sound structure, visual and textual, is presented as a number between cabaret and pataphysics.